A espécie de bambu mais conhecida no mundo é a Phyllostachys aurea, aqui chamado de "bambu-mirim", e la fora de "Golden Bamboo", "Fishing pole Bamboo" entre outros. Ele é um bambu de rizomas leptomorfos, por isso mais adaptado ao clima temperado. Mas vemos no Brasil muitos bambus que nos parecem ser desta espécie, e com mais de 5 centímetros de diâmetro. Segundo Luc Vittry isto é uma discrepância, e a espécie deve ser outra. É usado para varas de pescar, estruturas, móveis e trançados pela sua grande resistência.

O gênero Phyllostachys é o mais variado, tendo grande número de espécies. Outro bambu muito apreciado deste gênero é o Moso: Phyllostachys pubescens, Phyllostachys Edulis ou ainda Phyllostachys heterocycla "Pubescens", muito usado na China para obtenção de brotos comestíveis. É o bambu usado nos laminados de bambu para piso e painéis (Plyboo).

Uma característica interessante desta espécie é o aparecimento de entrenós curvados ou comprimidos. Quando acontece de um bambu inteiro nascer assim ele é chamado de P. pubescens "Kikko" ou "Tortoise Shell Bamboo", por se parecer com um casco de tartaruga.


     
P. nigra   P. nigra "Boryana"   P. pubescens (Moso)   P. pubescens "Kikko"

Todas as 4 fotos Copyright Bambouseraie de Prafrance

A espécie Phyllostachys nigra é intrigante por ser primeiramente verde e, depois de maduro, preto. A variação Phyllostachys nigra "Boryana" é verde com manchas marrons, uma espécie bela.


 
A espécie mostrada ao lado é caracterizada como Phyllostachys aurea, mas especialistas discordam, afirmando que o P. aurea não cresce tão bem aqui nos trópicos. Clóvis (esq.) , fabricante de móveis de bambu na região de Areal - RJ, não pensa muito nisso, mas conhece muito bem as qualidades da espécie.
Clóvis na frente de sua fábrica Indialar - Areal - RJ. Os bambus parecem ser Phyllostachys aurea  

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Conteúdo desenvolvido:
Raphael Moras de Vasconcellos
Rio de Janeiro / BRASIL

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